3.6.06

Maré de azar

Chegou à meia noite, quando tinha combinado vir para jantar.

Esqueceu-se do que tinham mandado para mim noutra cidade.

Partiu-me o tubo do chuveiro e espalhou-me fragmentos da parede nas escadas, com uma marretada da mala.

Fez-me ir ao aeroporto - no tal dia em que não tinha um segundo a perder -, porque a segurança não o deixou levar um pacote.

Com amigos assim, quem precisa de inimigos?

Apesar de tudo, gostei muito de o ter cá. Ainda bem que ele não lê este blog, eheh.

10 comentários:

Nuntius disse...

lol...lol...e mais lol!!
Realmente ning merece!

Miguel disse...

Mas mesmo assim diria que não te importavas nada de voltar a repetir a dose. :)

/me disse...

Não me importava, não. Não sei é se tinha dinheiro para isso. :P

Mikael disse...

Forreta de um raio!
Por vezes esses acontecimentos é que tornam as nossas vidas interessantes. Quando te limitas a seguir as tuas rotinas e a quando as pessoas chegam nos horários combinados e se comportam como estipulado por um qualquer argumento obscuro tudo se torna obsoleto e desinteressante. (como eu gosto de fazer estas generalizações :P)
Abraço meu caro!

/me disse...

Sou forreta porque estou falido. :P

Zé Ribeiro disse...

Um abraço grande e, pois que estás falido e não podes arranjar o chuveiro, toma banho de imersão,

ZR.

Anónimo disse...

Quem é o "ele"?
www.blog.jaimegaspar.com

Anónimo disse...

Achas mesmo que não o leio?....

/me disse...

ZR, tomar banho de imersão numa cabine de duche afigura-se-me algo complicado. :)

O "ele" é um familiar meu. :)

Gostei do anónimo. :p
Engraçadinho. ;)

Isolamentos disse...

...e um irmão, precisas? :p